CASAL MACEDO TEM PASSAPORTE DIPLOMÁTICO RENOVADO

Edir Macedo e sua esposa Ester Eunice
                                    Apesar de veículo de comunicação que se opõem ao Governo Bolsonaro tentar queimar o seu filme e sua gestão, divulgando meias notícias e muitas fake news,  o Bispo Edir Macedo, lider da Igreja Universal com atuação nos quatro cantos do planeta teve a  renovação do passaporte diplomático publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira. A portaria do Itamaraty concedendo o passaporte especial foi assinada na sexta. Edir Macedo e a esposa têm o passaporte especial desde 2006, quando decreto emitido pelo governo Lula especificou as regras para concessão do documento, inclusive para representantes de ordem religiosas.
                                 Para quem não sabe, o  passaporte diplomático é concedido a autoridades como , ministros de Estado e do Supremo Tribunal Federal (STF), presidente da República, parlamentares entre outros. O portador do documento tem facilidades para embarcar em aeroportos, como prioridade em filas e no despacho de bagagens, e, em alguns casos, até a dispensa de visto para entrar em vários países.
                                        De acordo com o Itamaraty, qualquer líder religioso, de qualquer culto, podem solicitar o passaporte diplomático. É necessário que o pedido seja fundamentado. As solicitações são analisadas individualmente.
                             No fim de 2011, o Itamaraty concedeu passaportes diplomáticos ao líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, pastor Romildo Ribeiro Soares, e à mulher dele, Maria Magdalena Bezerra Soares. Na ocasião também foi publicada a concessão do mesmo documento ao cardeal Geraldo Majella Agnelo, da Igreja Católica.
                                        A imprensa esquerdista tenta desconstruir a todo o custo a imagem do nosso Presidente Jair Bolsonaro, quando ele age de maneira isonômicas com todas as lideranças religiosas de nosso país, mas esquece que seus idolatrados líderes concederam passaporte diplomático ao filho do presidiário de Curitiba, sem que este estivesse dentro das prerrogativas para recebê-lo, é tanto que foi obrigado pela justiça para devolvê-lo. Ô raça do inferno que não se enxerga.

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